O tratamento oncológico vai além do controle da doença. Ele impacta diretamente a funcionalidade, a mobilidade e a qualidade de vida. A fisioterapia especializada é parte essencial da reabilitação.
Atuo há 22 anos na área de Oncologia, com formação construída em grandes centros do Brasil e do exterior, incluindo experiência no Institute Curie, em Paris — referência mundial no tratamento do câncer.
Minha atuação contempla a reabilitação em:
Câncer de mama
Câncer de cabeça e pescoço
Sarcomas
Melanomas com comprometimento funcional
Complicações pós-cirúrgicas e pós-radioterapia
Principais sequelas tratadas:
Dor crônica
Pode surgir em decorrência do tumor, cirurgias ou tratamentos invasivos. A fisioterapia atua com técnicas específicas de modulação da dor, mobilização tecidual, recursos tecnológicos e reeducação funcional, promovendo alívio e melhora da qualidade de vida.
Alterações na mobilidade
Cirurgias, retrações cicatriciais e fibroses podem limitar a amplitude de movimento, especialmente em ombro, braço, cervical e mandíbula, muito comum em casos de câncer de mama e cabeça e pescoço. O tratamento envolve mobilizações específicas, técnicas para fibrose e exercícios direcionados para recuperação funcional segura.
Fadiga oncológica
Mesmo após a remissão, a fadiga pode persistir. A fisioterapia utiliza protocolos individualizados de condicionamento físico gradual, respeitando os limites do paciente e promovendo ganho progressivo de energia e resistência.
Radiodermites
Queimaduras decorrentes da radioterapia exigem cuidado especializado. A atuação fisioterapêutica através do laser, auxilia na recuperação tecidual, prevenção de retrações e manutenção da mobilidade da área irradiada.
Xerostomia
Comum em tumores de cabeça e pescoço, pode impactar mastigação, deglutição e fala. A fisioterapia contribui com eletroestimulação e orientação para minimizar os impactos funcionais.
Trismo
A limitação da abertura bucal é frequente após cirurgia ou radioterapia. O tratamento inclui exercícios terapêuticos específicos, técnicas manuais e recursos que auxiliam no ganho de amplitude e prevenção de rigidez progressiva.
Cada paciente é avaliada de forma individualizada, considerando tipo de tratamento, extensão das sequelas e objetivos funcionais.
Reabilitar é devolver movimento, autonomia e qualidade de vida — com técnica, experiência e base científica.


